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© Per Mariam, 2019

"E assim começa o Apocalipse..."

Luís Pizarro de Castro

 Cavaleiro  da Ordem de Malta

Os avanços do domínio da arqueologia permitem-nos, hoje, ter uma ideia mais próxima da realidade, e obter datas mais precisas dos grandes acontecimentos que marcaram a História.
Entre eles, o nascimento de Jesus de Nazaré.  Vários arqueólogos e historiadores, atualmente, afirmam que Jesus Cristo terá nascido, não no ano 1 d.C, mas sim no ano 4 a.C (tendo em conta o calendário atual, sem qualquer reparo), após a análise dos Evangelhos e, em particular, às datas da morte do Rei Herodes, o Grande, descrito como responsável pela Matança dos Inocentes, e à data deste mesmo acontecimento.

Sem qualquer correção do calendário atual, o Rei Herodes, o Grande teria já falecido aquando o grande massacre de Crianças em Belém e arredores. Contudo, tivesse ele vivido mais 4 anos e as datas coincidiriam perfeitamente, corroborando os Evangelhos de São Lucas e São Mateus.

Este erro de 4 anos na passagem do calendário Juliano para o calendário Cristão ou Gregoriano é decisiva para a perceção dos tempos atuais, em que somos ameaçados novamente pelo Príncipe das Trevas.

 

O mundo parece que está louco! Matar crianças hoje é gratuito e incentivado e as aberrações são elogiadas.

Para compreender o que se está a passar, temos de procurar conhecer o que se passa no mundo espiritual, nesse mundo que não vemos, mas onde tudo se decide.

Estamos envolvidos numa guerra, que começou com a Revolta de Lúcifer e de legiões de Anjos, que depois de serem vencidos por Miguel, e expulsos do Céu, desafiaram Deus, afirmando que o venceriam na Terra. Contudo, desde sempre, o Senhor avisou-os da vinda de um ser, entre os Homens, que os venceria, em Seu nome.

E, apesar de todas as torturas e da egnomiosa morte numa cruz, Jesus veio, venceu-os e escravizou-os para sempre.

 

Vencido e escravizado por Cristo, Lúcifer ousou lançar um segundo desafio a Deus. Pediu que lhe fosse dado um determinado período, no qual destruiria a obra de Cristo no meio dos homens, fazendo-a desaparecer da face da Terra. Sendo a obra visível de Cristo a Igreja, Lúcifer jurou destruí-la, desde que lhe fosse dado esse tempo. E assim, este foi-lhe concedido.

Então, Lúcifer, escravo e preso no Inferno, enviou Satanás, com todas as suas forças demoníacas, para esta vingança que tinha como certa, contra Cristo.

Para fazer frente às potências do Inferno, Jesus envia a sua própria Mãe que apareceu em Fátima. Nossa Senhora começa, assim, a formar o seu próprio exército, através de um humilde sacerdote italiano, o padre Stefano Gobbi, a quem foi dando orientações em locuções interiores:

 “Ao orgulhoso exército dos soberbos, responderei com o exército dos pequeninos, dos humildes, dos desprezados”.

E profetizou desde logo, que a vitória final será sua, a vitória será do seu exército.

Fátima anuncia o início do fim dos tempos e da última batalha deste combate, na sua mensagem de 31 de dezembro de 1977:

“A hora que encerra este ano assinala o fim de um período em que a misericórdia de Deus concedeu a esta humanidade rebelde, antes do terrível momento que está para chegar”. Ou seja, é a hora em que o demónio já vencido pela segunda vez, mostrará a sua horrenda face, com a que procurou seduzir o mundo.

Chegou a hora da Sua última batalha.

 

Mas a que hora se referirá Maria nesta mensagem?

Se tivermos como o início de um novo ciclo de batalha e provação a Deus, o dia 31 de dezembro de 1977, este seria o equivalente atual ao nascimento de Jesus Cristo, que veio há 2000 anos atrás salvar os Pecadores e redimir os Homens, aos olhos do seu Pai.

Diz-se que Maria teria 16 anos quando Lhe foi concedida a Graça de ser a Mãe de Deus e, aos 46 anos, viu o seu filho partir de casa, começando o seu percurso de pregação e redenção dos homens.

Assim, tendo em conta as correções do calendário e a idade de Nossa Senhora aquando da sua última batalha, ao lado do seu Filho, na Terra, e posicionando-a em paralelo com a sua mensagem ao Padre Gobbi, podemos assumir que a data a que Nossa Senhora se refere, a data do último dia de misericórdia seria no último dia de 2019.

Vejamos:

1977 (data da mensagem) + 46 (idade de Maria quando o seu filho venceu Lúcifer) = 2023

2023 – 4 anos (correção do calendário Juliano para o Gregriano)= 2019

Portanto, na última hora do último dia deste ano, poderá ser a última hora da misericórdia de Deus com os homens.

E, assim, começa o tempo do Apocalipse.

 

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Mensagem Completa do dia 31 de dezembro de 1977 (143):

“Meu filho amadíssimo, passa comigo as últimas horas deste ano que foi verdadeiramente extraordinário em graças para o meu Movimento.

Já passaram sessenta anos desde que apareci na pobre Cova da Iria, em Fátima, para levar aos homens a minha importante mensagem.

Hoje, sobretudo, esta minha mensagem tornou-se mais urgente e actual.

Atual, porque nunca como nestes momentos a humanidade se encontrou à beira da sua própria destruição; e urgente porque tudo aquilo que a Justiça de Deus decretou já está em vias de progressiva e rápida realização.

Acolhei todos, filhos predilectos, o apelo angustiado da vossa Mãe: voltai ao caminho que reconduz a Deus através da oração e da conversão.

Hoje ofereço-vos de novo o meio que o Pai vos dá para vos ajudar a voltar a Ele: o meu Coração Imaculado. Consagrai-vos todos a este Coração e entregai-vos nos braços da vossa Mãe Celeste.

Durante este ano que está para acabar, pude deter o castigo, graças às orações e aos sofrimentos de muitos dos meus filhos. O vosso “sim” permitiu-Me dar força à minha acção de materna intercessão por vós.

Jesus quis confiar ainda à Sua e vossa Mãe e a possibilidade de intervir para vos conduzir à salvação e aliviar a grande dor que vos espera. Por isso preciso da vossa oração, do vosso sofrimento, da vossa vida.

A hora que encerra este ano assinala o fim de um período que a misericórdia de Deus concedeu a esta humanidade rebelde, antes do terrível momento que está para chegar”.

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