"Masterplan para Destruir a Igreja"
Terá sido este livro uma profecia?
Capítulo I
Masterplan - Capítulo I
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O Masterplan assinala, em princípio que, de todas as Igrejas que se chamam cristãs, o bloco mais firme, o que as mantém a todas, é a SANTA IGREJA CATÓLICA. O plano, pois, clama pela destruição dos fundamentos da Santa Igreja Católica, e uma vez que esta cambaleie ou oscile, toda a cristandade cairá com o seu peso.

Há que tirar-lhe o nome de Santa, porque isso estará sempre a chamar a atenção para Deus, é algo sagrado, e isso não importa. Ora, para tirá-lo, é fácil: nada mais que insistir em que devemos aproximar-nos cada vez mais dos Irmãos protestantes. Dizer que a Igreja é Una e Santa ofende os irmãos protestantes; e por isso, os  católicos não devem insistir nisso. E assim, com toda a facilidade, pelos anos 80 ninguém dirá “Una, Santa, etc.”.

Outra palavra é ou está a mais: é a palavra “Católica”, porque está muito enraizada com a adoração a Deus, a Cristo e à Virgem, e isso há que derrubá-lo. Para fazê-lo, é fácil: basta substituir a palavra “Católica” pela palavra “Universal”; ao fim e ao cabo, é o mesmo; parece que diz o mesmo, mas tira-se-lhe o sabor sagrado de adoração a Deus e a Cristo, que é próprio do nome Católico.

 

Em 1980, ficaria em todo o mundo a “Igreja Universal”, com todas as Igrejas unidas, onde ficariam incluidos também os Judeus, os Muçulmanos, os lndús, etc.. O primeiro mandamento desta “Igreja Universal” e o único seria “amar o próximo como a ti mesmo”. Evidentemente que continuará a existir um Deus todo bondade. Mas um Deus que é tão bom, que não castiga; e como não pode castigar, toda a gente se esquecerá d'Ele bem depressa. Porque, um Deus que não infunde respeito, que não se teme, toda a gente O esquece.

 

É claro que é justamente este o fim do Masterplan. Mas, muitos anos antes, há que começar com coisas pequenas, mais simples. É um plano que dura uns 25 anos, há que ter paciência, constância e, sobretudo, conseguir a colaboração dos bispos, dos sacerdotes e de bons católicos. Sempre em nome do “amor”, da “caridade”. Muito embora esta palavra “caridade” também esteja a mais, porque fala de amor ao próximo, mas está também ligada com o amor a Deus e a Cristo. e com o amor da Virgem e dos santos. Por isso, o melhor é nada de “caridade”, apenas “amor”. Será muito fácil substituir uma palavra pela outra. porque dizem o mesmo e, além disso amor é palavra mais moderna, mais fácil de entender pelo povo e poder unir mais facilmente a todos. Mas tudo isto, repito, é o fim do plano. O princípio devem ser coisas simples, tirar coisas “pouco importantes”, assemelhar uma “piedade” falsa de compaixão pelos não católicos; aproximar-se dos não católicos, abrir as portas da Igreja Católica aos que o não são; tirar as coisas “sem importância” que os possam ferir.

 

Destas coisas “sem importância”, do princípio do plano, dos primeiros 25 anos, iremos falar no capítulo seguinte.

 

Mas, antes de passar para isso, quero que se não esqueça a palavra “piedade”. O Masterplan diz que também esta está a mais, que terá que substituir-se pela palavra “compreensão” ou tolerância, que dizem o mesmo em relação com os homens, com os Irmãos, mas que não implicam o significado de união com Deus, com Cristo, com a Virgem, etc.. Será fácil: Há que insistir em que essa coisa de “piedade” soa a beato, a gente hipócrita ou maneirista, a gente sem carácter; há que dizer que “piedade” soa a velha que não tem nada que fazer e que vai passar todo o seu tempo na igreja.

Masterplan Para Destruir a Igreja

Introdução

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo I

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo II

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo III

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo IV

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo V

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo VI

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo VII

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