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© Per Mariam, 2019

"Masterplan para Destruir a Igreja"
Terá sido este livro uma profecia?
Capítulo III - As Coisas Sem Importância

Como assinalávamos no capítulo anterior, a primeira intenção do Masterplan consiste em fazer desaparecer da Vida dos fiéis as coisas externas, dizendo que são “sem importância”, que ofendem a sensibilidade dos “irmãos ” não católicos. Já vimos o ataque do Masterplan contra os “hábitos”, mas tem também um plano para fazer que as pessoas deixem de usar Medalhas, Escapulários, Rosários, etc.. O Masterplan considera tudo isto “importantíssimo”, porque estas coisas, que parecem “sem importância”, são as que mantêm ou criam um ambiente próprio de Cristo, de Nossa Senhora, de Deus... e a Estes há que destroná-los ou afastá-los do ambiente.

Quanto ao Escapulário e às Medalhas, é fácil, diz o Masterplan: Há que insistir em que são coisas de beatos, coisas externas; coisas “sem importância”, mas que ofendem as ideias dos “irmãos” protestantes; portanto, será melhor abandoná-Ias, não as usar e, deste modo, os protestantes irão aproximar-se da Igreja mais facilmente.

Até ao ano actual, este plano tem funcionado. O Escapulário, entretanto, trouxe-no-lo Nossa Senhora no ano de 1261, quando apareceu em Londres a São Simão Stock, prometendo-lhe o mais que se pode prometer: Nossa Senhora prometeu a quem morresse com o Escapulário que não iria para o Inferno. Não se pode prometer mais com o fazer menos: Promete o Céu, a quem morra com a Sua veste, com o Escapulário. É algo incompreensível, coisas próprias de uma boa mãe, mimos de um amor. Mas é certo. Nossa Senhora prometeu-o sem mais condições, sem nenhuma exigência; simples e impressionantemente, o que morra com o Meu Escapulário irá para o Céu.

 

Eu sou médico e tenho bem aprendida, pela experiência, a lição da morte. Sei que tenho de morrer, sei que todos temos de morrer. Sei que as tuas mãos, querido leitor, irão um dia morrer; e do mesmo modo irão morrer os teus olhos, o teu coração. E sei, e tu também o sabes, que irão apodrecer e que cheirarão tão mal, que os teus próprios filhos ou os teus próprios pais terão que fazer desaparecer o teu próprio corpo debaixo da terra, porque ninguém aguentará a sua podridão.

 

Mas se, depois de morto, ganhaste o Céu, fizeste tudo quanto de melhor poderias ter feito na terra. Se vais para o Inferno, terás feito figura de tolo nesta vida. Sim, se Kennedy e Cristovão Colombo estão no Céu, tudo fizeram muito bem na sua vida; mas se estão no Inferno, fizeram simplesmente uma figura de idiotas nesta vida, ainda que tenham tido muitas honras e muitas riquezas e muito poder.

 

Ganhar o Céu é o fim da vida de cada pessoa. Aquele que, no fim, se salva, sabe; aquele que se não salva, não sabe nada. Pois Nossa Senhora fez a oferta mais inaudita na história da humanidade: “Aquele que morrer com o Meu Escapulário não irá para o Inferno”, que o mesmo significa, irá para o Céu.

 

Várias dezenas de Papas recomendaram o Escapulário, usaram-no, propagaram-no com as palavras mais impressionantes e convincentes que o vocabulário humano permite. Centenas de milhares de Sacerdotes e Bispos o recomendaram ardentemente por vários séculos e têm-no usado milhões de católicos. E, de repente, como que por magia, hoje em dia, ninguém fala nele. Tente alguém conseguir um Escapulário nas igrejas católicas e verdade é que os não há: os próprios Carmelitas tão pouco têm Escapulários e nem sequer se incomodam com fazê-los. Como por magia, não há Escapulários, com raríssimas excepções; como se não valessem para nada; como se fossem coisas de beatos. Realmente, o Masterplan parece que teve um pleno êxito, quanto a esta “coisa sem importância”, quanto ao Escapulário. E sem dúvida que o Escapulário continua a ser uma arma simples de nossa Mãe Celeste, o mimo mais carinhoso de Nossa Senhora feito a Seus filhos.

 

Querido amigo católico: Queres ir para o Céu? Pois bem, nada mais fácil: morre com o Escapulário. Usa o Escapulário. É a tua própria Mãe Celeste, Nossa Senhora, Mãe de Deus e tua própria Mãe que to diz; dizem-to dezenas de Papas, incluidos os nossos últimos Papas Paulo VI e João Paulo II. Não te deixes enganar por astúcias diabólicas do Masterplan. Que te chamem “beato”, mas ganhaste o Céu.

Masterplan Para Destruir a Igreja

Introdução

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo I

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo II

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo III

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo IV

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo V

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo VI

Masterplan Para Destruir a Igreja

Capítulo VII