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© Per Mariam, 2019

Ex-muçulmanos, que se tornaram católicos escrevem carta aberta ao Papa Francisco


De ex-muçulmanos que se tornaram católicos e amigos, à Sua Santidade Papa Francisco, sobre sua atitude em relação ao Islão.




Há vários anos que muitos de nós, e em varias ocasiões, temos tentado entrar em contacto consigo sem nunca recebermos nenhuma confirmação de recebimento das nossas cartas ou pedidos de reuniões. Sua Santidade não gosta de mundanismos, também pouco gostamos, portanto, permita-nos dizer-lhe, com toda a franqueza, que não conseguimos entender os seus ensinamentos sobre o Islão, tais como, os que apresenta nos parágrafos 252 e 253 de Evangelii Gaudium. De facto, não conseguimos entender porque estes parágrafos não explicam o fato de que o Islão, vindo APÓS Cristo, é e pode ser apenas um Anticristo (ver 1 João 2,22), e um dos mais perigosos pois se apresenta como a realização da Revelação (De que Cristo seria apenas um profeta).


Principais excertos da carta:


Se o Islã é a religião bondosa que Sua Santidade parece ensinar, por que será que nos tornamos católicos? Seria falso afirmar que as suas palavras questionam a relevância da escolha que fizemos … mesmo ao perigo das nossas vidas? Será que Sua Santidade ignora que o Islão prescreve o assassinato dos apóstatas (Alcorão 4.89, 8.7-11)?

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Segundo o Alcorão, os cristãos “são apenas impurezas (Alcorão 9.28)”, os piores da Criação (Alcorão 98.6) “, “todos condenados ao inferno (Alcorão 4.48)”, razões pelas quais Deus deverá exterminá-los (Alcorão 9,30).

(...)


”Não fazemos amálgama entre o islão e os muçulmanos, mas se, para sua Santidade, o “diálogo” é o caminho da paz, para o Islão, é outra forma de fazer guerra. Além disso, tal como tem demonstrado ser parente ao nazismo e ao comunismo, o angelismo adotado para com o Islão é suicida e extremamente perigoso...

(...)


Como pode um homem falar de paz e promover o Islão, tal como Sua Santidade o faz: “Arrancar dos nossos corações a doença que aflige nossas vidas (…) Que aqueles que são cristãos o façam com a Bíblia e aqueles que são muçulmanos o façam com o Alcorão. (Roma, 20 de janeiro de 2014)»? Não acha preocupante que o próprio Papa pareça propor o Alcorão como uma forma de salvação? Será que deveríamos voltar para o Islão?

(...)


Imploramos que Sua Santidade não vá buscar no Islão um aliado na luta contra os poderes que procuram dominar e escravizar o mundo, pois todos eles estão, de fato, unidos numa mesma lógica totalitária, baseados na rejeição da realeza de Cristo (Lucas 4.7). Sabemos que a Besta do Apocalipse procurando devorar a Mulher e seu Menino tem varias cabeças …

(...)


Vocês recebem em vosso país um número cada vez maior de muçulmanos. Vocês também estão em perigo. Vocês devem tomar decisões fortes e corajosas (…). Vocês acham que todos os homens são iguais, mas o Islão não diz que todos os homens são iguais. (…). Se vocês não entenderem isso muito rapidamente, tornar-se-ão vítimas do inimigo que hospedaram em casa.

(...)


É uma questão de vida ou morte, e qualquer complacência sobre o Islão é traição. Não queremos que o Ocidente se continue a islamizar, nem que a ação de Sua Santidade contribua para isso. Onde iremos novamente para buscar refúgio?

(...)


Pelo bem da justiça e da verdade, a Igreja deve andar à luz do dia porque os argumentos apresentados pelo Islã para blasfemar a fé cristã são falsos. Se a Igreja tiver coragem de o fazer, não duvidamos de que milhões, muçulmanos e outros homens e mulheres procurando o Deus verdadeiro, se converterão. Como o disse Sua Santidade em (14.03.13) Aquele que não ora a Cristo, reze ao Diabo.

(...)


Carta na íntegra