Contacte-nos: info@permariam.org    |       +351 25 213 0513       

Todos os direitos reservados

© Per Mariam, 2019

Nossa Senhora desvela os símbolos do livro do Apocalipse 13,11-18:“O número da besta: 666”



Nesta mensagem, Nossa Senhora fala do Anticristo, cume da purificação, da grande tribulação e da apostasia, e fá-lo realizando uma leitura da historia em torno do anticristo, e do seu número, que é o “número da besta”, o 666. Da mesma maneira que Jesus Cristo recapitula em si a humana criatura, realizando a sua salvação e concedendo-lhe a vida eterna, o Anticristo recapitula em si a apostasia do diabo. O drama do Anticristo denuncia a suprema e más vigorosa tentação do inimigo (contra Cristo) para apoderar-se dos homens. Em definitiva, o diabo, consciente do triunfo final de Cristo, tentará num esforço desesperado perder a quantos justos consiga, com a sedução e perseguição do anticristo.


Mensagens de Nossa Senhora aos Sacerdotes,

Seus filhos predilectos, através do Pe. Stefano Gobbi

(1973-1997)


Imprimatur do Cardeal Bernardino Echeverría Ruiz, Arcebispo de Guayaquil.

Imprimatur do Arcebispo Metropolitano de Pescara – Penne, D. Francesco Cuccarese.

Imprimatur do Cardeal Ignace Moussa Daoud, Patriarca emérito de Antioquia

dos Sírios, e Perfeito da Congregação para as Igrejas Orientais.

Milão, 17 de Junho de 1989


«Filhos predilectos, compreendeis agora o desígnio da vossa Mãe Celeste, a Mulher revestida de sol, que combate com o seu exército na grande luta contra todas as forças do mal, para obter a sua vitória na perfeita glorificação da Santíssima Trindade.

Combatei comigo, pequenos filhos, contra o dragão, que procura levar toda a humanidade a pôr-se contra Deus.

Combatei comigo, pequenos filhos, contra a besta negra, a maçonaria, que quer conduzir as almas à perdição.

Combatei comigo, pequenos filhos, contra a besta semelhante a um cordeiro, a maçonaria infiltrada no interior da vida eclesial para destruir Cristo e a sua Igreja. Para atingir este objectivo ela quer construir um novo ídolo, isto é, um falso Cristo e uma falsa igreja.


A maçonaria eclesiástica recebe ordens e poder das varias lojas maçónicas e age para conduzir secretamente todos a fazerem parte destas seitas secretas.

Assim, incita os ambiciosos com a perspectiva de carreiras fáceis; enche de bens os famintos de dinheiro; ajuda os seus membros a alcançarem a primazia e a ocuparem os postos mais importantes, marginalizando ao mesmo tempo, de maneira astuciosa mas decidida, todos aqueles que se recusam a participar no seu projecto.


De facto, a besta semelhante a um cordeiro exerce todo o poder da primeira besta, na sua presença, e obriga a terra e os seus habitantes a adorarem a primeira besta (cf. Ap 13,12).

A maçonaria eclesiástica chega até ao ponto de construir uma imagem em honra da besta, obrigando todos a adorar esta imagem.

Mas, segundo o primeiro Mandamento da Lei do Senhor, só a Deus se deve adorar e só a Ele deve ser dada toda a forma de culto.


Então substitui-se Deus por um ídolo, poderoso, forte, dominador; um ídolo tão poderoso, que é capaz de condenar à morte todos os que não adorarem a imagem da besta; um ídolo tão forte e dominador, que faz com que todos –pequenos, grandes, ricos e pobres, livres e escravos– sejam marcados na mão direita ou na fronte, e que ninguém possa comprar ou vender sem ter esta marca, isto é, sem ter o nome da besta ou o número do seu nome (cf. Ap 13,15-17).

Este grande ídolo, construído para ser adorado e servido por todos é, como já vos revelei na mensagem precedente, um falso cristo e uma falsa igreja.


Mas qual é o seu nome?

No capítulo 13 do Apocalipse está escrito: “Aqui é preciso sabedoria. Quem tem inteligência calcule o número da besta: este número representa o nome de um homem. Esse número é 666” (cf. Ap 13,18).

Com a inteligência, iluminada pela luz da divina Sabedoria, consegue-se decifrar a partir do número 666 o nome de um homem e este nome, indicado por tal número é o do anti-cristo.


Lúcifer, a serpente antiga, o diabo, o Satanás, o dragão vermelho, torna-se, nestes últimos tempos, o anti-cristo.

Já o apóstolo João afirmava que todo aquele que nega que Jesus Cristo é Deus é o anticristo.

A imagem ou o ídolo, construído em honra da besta para ser adorado por todos os homens é o anticristo.

Calculai agora o seu número 666, para compreenderdes como indica o nome de um homem.


O número 333 indica a Divindade.

Lúcifer rebela-se contra Deus por soberba, porque se quer colocar acima de Deus.

O número 333 indica o mistério de Deus. Aquele que se quer colocar acima de Deus tem o sinal 666; portanto este número indica o de Lúcifer, Satanás, isto é, daquele que se põe contra Cristo, o anticristo.


O número 333 indicado uma vez, isto é, vezes 1, exprime o mistério da unidade de Deus.

O número 333, indicado duas vezes, isto é, vezes 2, indica as duas naturezas, a divina e a humana, unidas na Pessoa divina de Jesus Cristo.

O número 333 indicado três vezes, isto é, vezes 3, indica o mistério das três Pessoas divinas, isto é, exprime o mistério da Santíssima Trindade.


O número 333, expresso uma, duas, três vezes, exprime então os principais mistérios da fé católica, que são:

1º: a unidade e a Trindade de Deus;

2º: a Encarnação, a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.


Se o número 333 indica a Divindade, aquele que se quer pôr acima do próprio Deus é indicado pelo número 666.


O número 666, indicado uma vez, isto é, vezes 1, exprime o ano de 666.

Neste período histórico, o anticristo manifesta-se através do fenómeno do islamismo, que nega directamente o mistério da Trindade divina e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O islamismo, com a sua força militar, lança-se por toda a parte, destruindo todas as antigas comunidades cristãs, invade a Europa e só graças a uma minha materna e extraordinária intervenção, solicitada fortemente pelo Santo Padre, é que não consegue destruir por completo a Cristandade.


O número 666 indicado duas vezes, isto é, vezes 2, exprime o ano de 1332.

Neste período histórico, o anticristo manifesta-se através de um ataque radical à fé na Palavra de Deus.

Através dos filósofos, que começam a dar valor exclusivo à ciência e depois à razão, tende-se a constituir gradualmente como único critério de verdade só a inteligência humana. Nascem os grandes erros filosóficos, que continuam pelos séculos até aos vossos dias.

A importância exagerada dada à razão, como critério exclusivo de verdade, leva necessariamente à destruição da fé na Palavra de Deus. De facto, com a reforma protestante rejeita-se a Tradição como fonte da divina Revelação e só se aceita a Sagrada Escritura. Mas mesmo esta última deve ser interpretada por meio da razão, rejeitando-se obstinadamente o Magistério autêntico da Igreja hierárquica, à qual Cristo confiou a guarda do depósito da fé. Cada um é livre de ler e compreender a Sagrada Escritura segundo a sua interpretação pessoal. Deste modo, á destruída a fé na Palavra de Deus.


Obra do anticristo, neste período histórico, é a divisão da Igreja, a consequente formação de novas e numerosas confissões cristãs, que são gradualmente levadas a uma perda cada vez mais extensa da verdadeira fé na Palavra de Deus.


O número 666 indicado três vezes, isto é, vezes 3, exprime o ano 1998.

Neste período histórico, a maçonaria, ajudada pela maçonaria eclesiástica, conseguirá o seu grande projecto: construir um ídolo para o colocar no lugar de Cristo e da sua Igreja – um falso Cristo e uma falsa igreja. Portanto, a imagem construída em honra da primeira besta, para ser adorada por todos os habitantes da terra, e que assinalará com a sua marca todos aqueles que queiram comprar ou vender, é a do anticristo.


Chegastes assim ao cume da purificação, da grande tribulação e da apostasia.

A apostasia será então generalizada porque quase todos seguirão o falso Cristo e a falsa Igreja. Abrir-se-á então a porta ao aparecimento do homem ou da própria pessoa do anticristo!


Eis, filhos predilectos, porque vos quis iluminar sobra as páginas do Apocalipse, que se referem aos tempos em que viveis. Para vos preparar comigo para a parte mais dolorosa e decisiva da grande luta que se está a combater entre a vossa Mãe Celeste e todas as forças do mal que se desencadearam.


Coragem! Sede fortes, minhas pequenas crianças. Compete-vos a vós, nestes anos difíceis, permanecer fiéis a Cristo e à sua Igreja, suportando hostilidades, lutas e perseguições. Mas sois parte preciosa do pequeno rebanho, que tem a missão de combater e de vencer, no final, a poderosa força do anticristo.


A todos vos formo, vos defendo e vos abençoo».