Protestantes devem ser a maioria do Brasil em 2029, segundo DataFolha



Tanto os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quanto do Datafolha e do Instituto PEW (2014), apontam para uma transição religiosa no Brasil, entendida como queda dos católicos, aumento dos evangélicos e aumento da pluralidade religiosa (queda do percentual de cristãos e aumento dos não cristãos).


A pesquisa Datafolha também mostra que os protestantes frequentam mais assiduamente os cultos e contribuem mais financeiramente com a igreja.


A média da contribuição dos católicos é de R$ 32,00, enquanto dos evangélicos é de R$ 86,00. Assim, com um número menor de fiéis, os evangélicos arrecadam um volume maior de recursos do que os católicos. Com mais dinheiro a tendência é o fortalecimento dos evangélicos.


No Brasil, assim como em todo o mundo, grande parte dos católicos se considera ”não-praticante” e a maior parte não frequenta as missas dominicais e nem segue os ensinamentos da Igreja Católica. Católicos negam dogmas da Igreja, seja por obstinação consciente ou por ignorância, como a existência do diabo, do inferno, do pecado e principalmente não defendem a moral sexual da Igreja que rejeita fornicação, adultério, anticoncepcionais, pornografia, masturbação, e todos os demais atentados à ordem natural.


Veja a projeção feita pelo instituto:



Às vésperas do Concílio Vaticano II, 94% dos brasileiros eram católicos. Não eram mais que 89% em 1980; 83% em 1991; 74% em 2000 (e menos de 60% nas grandes cidades: São Paulo e Rio) e 64% em 2010. Hoje, segundo o DataFolha, católicos são menos de 50% dos fiéis no Brasil e não param de cair.


O clero católico da CNBB está preocupado com biomas, saneamento básico e em discutir com o Governo para que não se legalize o porte de armas. Já quanto a temas espirituais, como a salvação das almas e expansão da fé verdadeira para toda criatura – como manda a Bíblia e é dever de estado destes – eles parecem não se importar. É notório a influência da Teologia da Libertação e do progressismo modernista dentro do clero.


O ex-secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, conhecidíssimo pelo seu proselitismo na defesa de bandeiras socialistas, já disse não se importar com as conversões dos católicos. Para ele, a ”justiça social” é mais importante que pessoas salvando suas almas com a fé verdadeira.


A heresia protestante leva almas para o inferno para sofrer eternamente.


Eis mais uma notícia evidenciando o triste legado do Concílio Vaticano II. A crise na Igreja continua.


Via: Salve Roma (Texto Original)

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