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© Per Mariam, 2019

"Se este Projeto de Lei passar"...Brasil volta a discutir lei para impor a ideologia de género.


Apelo urgente do Padre Paulo Ricardo

Aviso importante a todos que defendem a vida e a família: O Projeto de Lei que pune com prisão qualquer oposição às teorias de género foi novamente colocado na pauta da Comissão de Constitucionalidade do Senado (Brasil).


Ele está agendado para ser votado novamente nesta quarta-feira, 5 de junho de 2019.


Se o projeto for aprovado, qualquer oposição aos projetos de lei que pretendam impor a ideologia de género nas escolas e no país será punida com prisão.


Os pais que se opuserem serão acusados, julgados e presos. Os seus filhos terão de ser educados conforme as novas determinações legais.


O projeto está sendo apresentado como uma medida para defender os homossexuais de maus tratos. É por isto que conseguiu ser aprovado quase que por unanimidade.

Mas o facto é que o texto do projeto nem sequer cita a população homossexual ou LGBT. O projeto simplesmente pune com a prisão qualquer oposição aos conceitos de identidade de género e orientação sexual.


Uma vez em vigor, qualquer novo Projeto de Lei para promover a ideologia de género no país deverá ser aprovado sem que seja possível manifestar nenhuma oposição.

A ideologia de género estará de volta na Educação Nacional nos níveis que forem propostos pelos ativistas de género. Pedimos a todos que leiam, a seguir, tudo o que está a acontecer e repassem esta mensagem ao maior número de pessoas possível.

1. O que está acontecendo

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado brasileiro aprovou na quarta-feira, 22 de maio de 2019, por 18 votos a favor e 1 contra, o Projeto de Lei 672/2019 que supostamente, segundo o relator Senador Alessandro Vieira, deveria proteger os homossexuais e membros da comunidade LGBT contra a violência.

Para transformar-se em lei, o projeto ainda deverá ser novamente votado pela CCJ uma segunda vez e, se aprovado, seguirá para a votação na Câmara dos Deputados.

Na verdade, segundo pode ser constatado pela leitura do próprio texto do projeto, a iniciativa promoverá a criminalização de todos aqueles que se expressarem contra a ideologia de género.

Esta é a verdadeira finalidade do projeto.


O projeto é persecutório contra pais de alunos e professores que se oponham às teorias de género. A violência contra a comunidade LGBT é apenas um pretexto para ocultar o facto de que, aprovado o projeto, será punida com prisão qualquer oposição às inúmeras iniciativas que se seguirão de implantação da ideologia de género no país. É o que afirma o PL 672/2019 quando:

(...) inclui na referida legislação os crimes de discriminação ou preconceito de orientação sexual e/ou identidade de género.

E estabelece punição para as práticas deste crime:

Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de preconceito em razão da identidade de género e/ou orientação sexual

Constitui crime:

Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, identidade de género e/ou orientação sexual.

Pena: reclusão de um a três anos e multa.

Pode-se consultar aqui a lista dos senadores que votaram a favor do projeto na quarta-feira, 22 de maio.

Mas a grande quantidade de e-mails enviados e principalmente de telefonemas que foram feitos ao Senado, provenientes de todo o Brasil, explicando aos senadores e aos seus assessores a malícia do PL 672/2019, e a maciça presença de inúmeras pessoas que se dirigiram para Brasília, provenientes de vários estados do Brasil que conversaram presencialmente com os parlamentares, fez com que pelo menos metade da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado ficasse totalmente contra o projeto, mesmo ele já tendo sido aprovado uma semana antes quase que por unanimidade.

No dia em que deveria ter ocorrido a votação, quarta-feira, dia 29 de maio, à medida que a pauta avançava, a comissão foi se esvaziando e, antes mesmo que o projeto pudesse ser votado, o próprio Senador relator e principal promotor do projeto retirou-se da comissão, provavelmente compreendendo as dificuldades relacionadas com a possível votação.

Isto fez com que o Projeto não pudesse mais ser votado, pelo menos naquela sessão. Pelo regulamento do Senado, nenhum projeto pode ser votado sem a presença na Comissão do Senador relator.

No entanto, o projeto não foi arquivado.

Provavelmente o senador relator supõe que a oposição do povo foi um fenómeno de momento e que o projeto poderá ser colocado em pauta, discutido, votado e aprovado tranquilamente esta semana.

O projeto está agendado para ser votado em sexto lugar na pauta da quarta-feira, dia 5 de junho de 2019.

Apesar de estar em sexto lugar, há a possibilidade de ser pedida uma inversão de pauta e o projeto ser votado em primeiro lugar.

A pauta pode ser consultada neste endereço.

2. O que pode ser feito

Telefone e envie e-mails aos parlamentares membros da Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça do Senado Federal, explicando-lhes que foram enganados.

Não se limite a protestar.

Explique aos senadores e seus assessores sobre a malícia do projeto, como os eleitores estão a par dos acontecimentos e a preocupação dos pais sobre os efeitos que o projeto aprovado terá sobre a educação de seus filhos.

Mostrem como a verdadeira finalidade do PL 672/2019 não é proteger dos homossexuais a perseguição, mas perseguir os pais de família que, no exercício constitucional do direito de educar seus filhos, manifestarem oposição à ideologia de género.

Peçam a todos que votem contrariamente ao Projeto de Lei nesta quarta-feira, dia 5 de junho de 2019, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.

Usem em todo momento de polidez e educação, mas sem deixar de ser muito claros nas suas palavras, e em nenhum momento utilizando expressões ofensivas ou indecorosas.

Divulgue esta mensagem a todos os seus contactos e peçam para que eles façam o mesmo.


Na notícia original encontram-se os números de telefone e e-mails dos senadores para que todos possam manifestar-se contra este Projeto de Lei, que põe em causa o direito de educar os nossos filhos.


Veja aqui: Padre Paulo Ricardo (Texto Original)