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© Per Mariam, 2019

Agarro-me ao poder de Deus para que me guie, à força de Deus para que me apoie, à sabedoria de Deus para que me ensine, aos olhos de Deus para que olhe para mim, aos ouvidos de Deus para que me escute, à palavra de Deus para que me dê a fala, à mão de Deus para que me guie, ao caminho de Deus para que seja o meu, ao refúgio de Deus para que me dê abrigo, à casa de Deus para que me proteja... Contra os embustes dos demónios, contra as seduções dos vícios, contra as luxúrias da natureza, contra todos aqueles que me dizem injúrias, quer longe ou quer perto, sejam poucos ou muitos.

Apesar de ser o Santo padroeiro da Irlanda, Patrício não era nativo desse país: ele nasceu na Escócia em 385. Quando tinha 14 anos foi capturado e levado para a Irlanda, onde foi feito escravo. Durante este período de sofrimento, pediu a Deus conforto e força; rezava todas as manhãs e não sentia tristeza. Quando Patrício já estava na Irlanda há seis anos, Deus apareceu-lhe num sonho e disse-lhe para voltar para casa. Patrício fugiu e reuniu-se à sua família, mas ainda ouvia os irlandeses a chamá-lo nos seus sonhos.

 

Patrício entrou para o sacerdócio e mais tarde foi eleito bispo. já estava há muitos anos em Roma, onde realizou um excelente trabalho, quando foi enviado para a Irlanda para divulgar a mensagem do Evangelho porque sabia falar celta, e portanto era capaz de comunicar com os irlandeses.

O druidismo (uma antiga religião celta) era amplamente praticado na Irlanda, e muitos druidas teriam preferido matar Patrício que converter-se: ele e os seus seguidores foram presos e condenados à morte várias vezes.

 

Porém, a fé de Patrício em Deus era forte e sabia que podia continuar, “divulgando o nome de Deus por todo o lado com confiança e sem medo”. Patrício pregou em toda a Irlanda usando um trevo para explicar a Trindade e convertendo milhares de pessoas com a sua conduta tranquila e modesta e o seu modo gentil de falar. Patrício era conhecido pela sua humildade e desinteresse pela riqueza material. Ele não aceitava ofertas dos admiradores. Quando morreu em 461, Patrício tinha convertido praticamente toda a Irlanda ao cristianismo, e ele é a lembrança de que Deus nos Fala através dos seus servidores.